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quarta-feira, 22 de junho de 2011

Creative Commons

A internet desde que surgiu um dos fundamentos é o ato de compartilhar, mas esse termo com facilidade, agilidade e divulgação acaba trazendo transtorno para seus autores deste material. Logo assim criaram CC - Creative Commons para distribuir e legalizar seu uso de forma correta, e democrática.

Atualmente o YouTube com diversos problemas autorais dos seus vídeos postados por seus usuários, adicionaram recentemente a opção de direitos de uso dos termos CC. Essa ferramenta tende solucionar esse transtorno com essa simplicidade e sem burocracia dos termos legais judiciais tradicionais. Assim os vídeos poderão serem usadas para edições e distribuições, desde sejam citados os devidos créditos e com selos do Creative Commons de sua preferência.

A Creative Commons a cada dia está sendo inserido nos principais serviços da internet como o YouTube que já foi citado tem a Wikipédia que foi pioneiro no uso dos selos do CC para facilitar seus autores e usuários do serviço quebrando a barreira da burocracia.

As empresas virtuais estão adquirindo Creative Commons para não terem problemas judiciais com vinculação e uso do material disponibilizado pelos seus usuários. Então, quer ficar legal na internet com suas obras opte por CC e exija dos serviços a inserção dos termos.

Elton Sousa

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Artigo - Creative Commons



Seja criativa sem medo, colaboração com pessoas que você nem conhece. O criatieve commons é uma forma mais fácil de ajudar as pessoas a dizerem para o mundo que querem permitir alguns usos para suas obras.
O Creative commons é um projeto mundial, pouco conhecido e considerado um movimento inovador. A verdadeira essência do criative commons é permitir a difusão de obras as quais seus autores não se importam de ser compartilhadas, existem vários tipos de padrões de licenças. As licenças foram idealizadas para acompanhar as novas necessidades criadas pela internet e permitir a padronização de declarações de vontade dos respectivos autores, sendo assim existe a possibilidade de você escolher a licença que melhor se encaixe nos seus desejos de difundir seu conteúdo, se achar conveniente pode escolher mais de uma licença, sendo assim montando e deixando a sua obra compartilhada de uma forma que abranja todos os seus desejos de compartilhamento.
O Creative commos veio para complementar o direito autoral e não para competir, ele permite que você mantenha os direitos autorais da sua obra, assim protegendo-o em contra partida, permite ao mundo algumas formas de utilização da sua obra sobre algumas condições. Se o direito autoral é uma ferramenta que impede o uso do conteúdo, o creative commons libera o conteúdo com algumas ressalvas ou até mesmo nenhuma ressalva, sendo assim você pode usar todo o poder da internet para encontrar obras livres para compartilhar e construir em conjunto, você pode ser coautor com alguém que você nem conhece.
Tudo isso pode ser feito sem a necessidade de intermediários, sem precisar pedir autorização, pois ela já esta implícita no selo do creative commons. Nos tempos de hoje essa ferramenta trás facilidades para todo aquele que necessita de obras de outros autores, para certos fins, acabando com as duvidas do que é permitido ou não ser feito com as mesmas, colocando um ponto final na questão do receio ou ate mesmo o abandono de certos projetos, pelo medo de ser repreendido juridicamente de alguma forma, com isso os selos creative commons se torna essenciais para quem quer compartilhar e usufruir de conteúdos.

Carlos Augusto Gonzalez Rodrigues

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Internetês como forma de linguagem.

"VC”, “KD”, “PQ”...  são alguns exemplos simples da utilização do Internetês em nosso cotidiano. Essa forma de comunicação, tida como uma linguagem informal, caracterizada pela abreviação e simplificação das palavras e/ou frases, ampliou sua esfera de atuação, saindo dos chats, e salas de bate papo, e invadiu os celulares com seus SMS (mensagens de texto), quadrinhos, filmes, etc.

Os primeiros rumores do Internetês surgiram em 1995, mas mesmo antes da era digital, podemos ver exemplos de que a sociedade buscava formas de comunicação mais rápidas e eficazes a exemplo dos telegramas, com mensagens curtas e abreviadas e a taquigrafia que se utilizava de símbolos para transcrever ditados, cartas, depoimentos, etc.

      

A influência do internetês é sempre debatida principalmente pelos educadores e estudantes. Pesquisas realizadas, como a da professora Maria Tereza de Assunção Freitas, da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), autora do livro Leitura e Escrita de Adolescentes na Internet e na Escola indicam que os jovens sabem distinguir a linguagem da internet da linguagem formal.
No vídeo abaixo pode-se verificar opiniões de professores e alunos a respeito do tema:




Pode-se perceber que não se trata mais de um modismo e sim de um novo formato de comunicação, e cabe à sociedade, principalmente no âmbito educacional, continuar a diferenciar as regras da língua culta e formal e criar maneiras de aproveitar essa linguagem para a formação ou complementação de novos aprendizados, já que o internetês mexe com a criatividade, inovação e raciocínio lógico.

Kátia Barros Silva